sexta-feira, 5 de março de 2010


socialismo moderno = socialismo parasita


O socialismo moderno não é mais o de Marx, não é mais a ditadura do proletariado com tudo nas mãos do estado socialista totalitário.
O socialismo moderno não é mais "socialismo científico" agora é o "socialismo parasita".
Não mais eles expropriam toda propriedade privada produtiva, agora eles deixam a produção nas mãos do setor privado, e se instalam, através do estado fiscal, parasitariamente nele.

Os empreendedores e trabalhadores trabalham e produzem, e os socialistas os exploram, os sugam.

Acredito que este é o plano para o Brasil socialista e para a América Latina socialista.

Porém, seja qual for o tipo de socialismo, o parasita ou o científico, o destino embrionário deles é a falência.

Mas vejamos o comentário de Jacob G. Hornberger (escritor, jornalista e político norte-americano). sobre os acontecimentos recentes na Grécia.

***

Falência Socialista na Grécia
Jacob G. Hornberger


Há quanto tempo os socialistas europeeus vêm-nos dizendo do quanto tem sido bem-sucedido o estatismo assistencialista europeu?
Os governos dos países socialistas da Europa, dizem-nos eles, cuidam de seus povos com pensões, previdência social, saúde e educação grátis, e segurança no emprego.
E tudo, dizem eles, vai muito bem obrigado.

Contudo, como nós libertários vimos dizendo aos socialistas estadunidenses há décadas, é só questão de tempo até os sistemas socialistas começarem a degringolar, o que, obviamente, acaba de ocorrer na Grécia.

Um sistema no qual o governo dá dinheiro de graça às pessoas pressupõe importante fator: haver no setor privado pessoas com renda e riqueza, das quais tomar dinheiro, de tal modo que as autoridades do governo possam distribuí-lo de presente a outras pessoas.

Esse fato amiúde escandaliza os estatistas. Eles vivem suas vidas na ilusão de o governo funcionar do mesmo modo que uma empresa privada.
Isto é, acham que o governo oferece bens e serviços ponderáveis pelos quais as pessoas estão dispostas a pagar, como fazem as empresas privadas.
Em seguida, eles imaginam que quando o governo está distribuindo seus frutos em forma de assistencialismo, está fazendo isso com seu próprio dinheiro duramente ganho, do mesmo modo que as empresas privadas podem lançar mão de parte de seus lucros para dá-la a instituições de caridade.

Não é assim!
O governo obtém seu dinheiro pela força, mediante simplesmente confiscá-lo das pessoas do setor privado.
Esse processo é chamado de tributação.
O governo encontra pessoas com dinheiro e toma uma parcela deste.
Retém um percentual desse dinheiro para pagar suas próprias despesas — salários do governo, despesas gerais etc. — e depois distribui o resto a recebedores de generosidade de cunho assistencialista (ou beligerante).

Visto que o governo obtém seu dinheiro mediante tomá-lo de pessoas que têm dinheiro, é óbvio, então, que o sistema inteiro depende de as pessoas do setor privado terem dinheiro.
Se todo mundo na sociedade não tiver um tostão, obviamente não haverá como um estado assistencialista funcionar, porque o governo não terá ninguém a quem tributar a fim de obter seu dinheiro para assistencialismo.

Assim, para que um estado assistencialista possa existir, o setor privado precisará primeiro construir uma base de renda e riqueza.
Ironicamente, o melhor modo de se fazer isso é o governo deixar as pessoas livres para acumular riqueza.
À medida que as pessoas acumulem riqueza por meio da venda de bens e serviços a outras pessoas, tenderão a poupar parte de sua renda.
A poupança torna-se capital — ferramentas e equipamento — o qual, então, torna as pessoas mais produtivas, o que em seguida tende a aumentar a renda real.
Ao longo do tempo, a base toda de riqueza começa a aumentar exponencialmente.

Aí aparecem os socialistas.
Eles vêem aquela gigantesca base de riqueza e ficam pirados.
Simplesmente não conseguem conter-se.
Só querem tomar, tomar, e tomar.
E nunca ficam satisfeitos.
Querem sempre cada vez mais.

Durante algum tempo o sistema assistencialista deles parece funcionar.
Os socialistas depenam a gansa de ouro, mas esta ainda consegue e tem disposição para pôr ovos.
Inevitavelmente, porém, devido a sua sede insaciável por mais recursos, os socialistas depenam em excesso, o que leva a gansa a pôr menos ovos.
No final, a gansa começa a emagrecer e a ficar fraca, até finalmente morrer.

E é precisamente isso o que vem de acontecer no adorado paraíso socialista da Grécia.
Eles tributaram e tributaram e gastaram e gastaram em seus esquemas socialistas.

Na verdade, não satisfeitos com a quantidade de dinheiro que os tributos estavam trazendo, os socialistas lançaram-se a uma festança de tomada de empréstimos, similar àquela na qual têm embarcado as autoridades dos Estados Unidos para custear seus esquemas socialistas e imperialistas.

Obviamente, ninguém se preocupou com toda aquela dívida ascendente.
Não havia necessidade de preocupação.
Nós estamos devendo é a nós próprios, ensinaram, indubitavelmente, a seus alunos, os professores keynesianos gregos.
Dados financeiros foram até mesmo falsificados na esperança de as pessoas nunca virem a descobrir o que estava acontecendo.

Finalmente, porém, gastos, dívida e tributos em constante aumento tornaram-se tão excessivamente altos que o setor privado não mais tinha como suportar a carga de tudo aquilo.
O idolatrado estado assistencialista grego degringolou.
Faliu.
Exauriu-se.
Outra história de sucesso socialista, do mesmo modo que a da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Como estão resolvendo a crise do estado assistencialista da Grécia?
Taxando o setor privado em outros países de estado assistencialista da União Europeia a fim de obter dinheiro para assistencialismo de governo a governo para o governo grego.

É, todavia, apenas questão de tempo até que a mesma crise atinja outros estados assistencialistas europeus.
Quem os socorrerá financeiramente?
Não contem com o governo dos Estados Unidos.
Este está seguindo pelo mesmo caminho da Grécia.

***

A Grécia hoje apresenta o seguinte quadro político:


Votação das últimas eleições.

ND - 41.8% - partido de centro direita.
PASOK - 38.1% - partido socialista.
KKE - 8.2% - partido comunista.
Synaspismos - 5% - partido de esquerda radical.
LAOS - 3.8% - partido nacionalista cristão.


Cadeiras no Parlamento

ND - 152
PASOK - 102
KKE - 22
Synaspismos - 14
LAOS - 10

President - Karolos PAPOULIAS - PASOK.
Prime Minister - Kostas Konstandinos - ND.


***

Novo sistema mundial

NOTÍCIA
Fitch classifica Grécia como 1º calote da história do euro
Agência de classificação de risco diz que participação do setor privado no novo pacote de ajuda grego será considerado um evento de de 'default restritivo'.
O Estado de S. Paulo


BERLIM - A agência de classificação de riscos Fitch Ratings anunciou no final da manhã desta sexta-feira, 22, na Europa, que vai passar a classificar os títulos da dívida soberana da Grécia como em "default restrito". Isso significa que, na interpretação da agência, o governo grego e a União Europeia promoveram um calote parcial das dívidas soberanas do país ao anunciar o programa de socorro de € 158 bilhões.

A classificação não era admitida em público, mas já era esperada pelas lideranças políticas. Nas últimas semanas, todas as três maiores agências de classificação de riscos do mundo - Standard & Poor's, Moddy's e Fitch - haviam advertido governos e investidores privados de que qualquer descumprimento dos prazos de pagamento e dos valores dos bônus seria considerado um default de fato (calote). Pelo acordo selado pela UE na noite de ontem, os credores privados da Grécia aceitaram um corte no valor da dívida de € 37 bilhões até 2014. O valor pode chegar, segundo cálculos do Instituto Internacional de Finanças (IIF), órgão que representa o sistema financeiro privado, a um total de € 135 bilhões até 2020.

Em comunicado, a agência informa: "Fitch classificará a nota soberana da Grécia em 'Default restrito' e atribuirá a nota 'Default' às obrigações do governo grego afetadas na data de seu vencimento". A justificativa para a interpretação é de que, pelos critérios da empresa - uma política denominada Critérios coercitivos de Troca de Dívidas -, um calote se traduz por "uma troca que oferece novos títulos com termos piores que as disposições contratuais iniciais da dívida existente".



Comentário:

O socialismo parasita, apesar do absurdo catastrófico que é, venceu na UE.
A Grécia é um país falido porque adotou o socialismo parasita que na prática se resume em dar para todos o que todos querem sem entretanto produzir a quantidade necessária de produtos que todos querem, o que força a tomada de emprestimos para sustentar a boa vida que não merecem ter.

Entretanto existe uma nação na Europa que é a imagem viva do socialismo, a França, uma nação ressentida, magoada e derrotada, que procura incessantemente uma forma de sair do ostracismo, mas não percebe que a sua centenária desgraça provem justamente do seu inerente socialismo que a trava, que a deixa inerte e improdutiva, e a França atuou na UE no sentido de que, de forma camuflada, fosse permitifo que a Grécia dê o calote nas dívidas...

Mas, quem vai pagar a conta ?
Ao que tudo indica quem vai pagar a conta é a maior e mais produtiva nação da Europa, a Alemanha, que daqui para frente vai ter que sustentar os socialistas parasitas europeus em nome do euro, pois a França falida é que não pagaria nada.

Resta saber o que vai fazer a Inglaterra.
A Inglaterra por muitos anos tentou cair fora da UE, mas, não foi possível e a Inglaterra entrou na UE, mas, com reservas.
Como sabemos a Inglaterra também está contaminada pelo socialismo parasita, só não sabemos a que ponto e se terá capacidade de reação.
Em todo caso, a médio prazo, a Alemanha também irá falir, pois não terá forças para carregar nas costas o pesado fardo do socialismo parasita europeu indefinidamente, onde milhões querem ter vida boa sem produzir o suficiente para tê-la.
Ai teremos a falência do UE.

Como o EUA também esta falido pela ação do marxismo cultural dentro do EUA, o cenário é conturbado.

Estão surgindo "sociólogos" como o espanhol Castelis que estão propondo o fim da democracia representativa alegando que o sistema político exauriu-se e que as redes sociais são a solução para a política mundial.
Infelizmente tais sociólogos, como não poderia deixar de ser, veem o mundo com o olhar marxista, e porisso não se pode confiar no que eles dizem.

Mas, na minha opinião, as redes sociais, ou uma futira rede política onde cada pessoa terá um ID para participar nas decisões de governo de forma direta, extirpando-se da sociedade os políticos, será a solução para a humanidade.
Com a Internet o povo não precisará mais eleger representantes!
Ele próprio, se quiser, vota nas questões administrativas da nação online via Internet, que deverão ser as mais mínimas possíveis, delegando a iniciativa privada todas as tarefas de infra-estrutura.

Mas, isso não é tão simples assim... anos de estudo e prática deverão existir para que se chegue um dia a uma nova forma de governo onde não existirão mais multidões de políticos corruptos e altas taxas de impostos para susteta-los, e onde o povo irá diretamente decidir todas as ações que lhe dizem respeito online.
Mas, é tudo muito complexo porque sempre existirá a safadeza humana por trás de tudo.


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As nações escandinavas foram dominadas pelo socialismo parasita e sua população foi transformada em duendes - uma sociedade fantoche.


NOTÍCIA

26/07/2011 - 12h39
Juventudes socialistas da Noruega afirmam que voltarão a Utoya
DA FRANCE PRESSE

As juventudes do Partido Socialista norueguês, alvo do ataque realizado em Utoya na sexta-feira passada, afirmaram nesta terça-feira que voltarão à ilha e farão uma reforma no local para permitir de novo seu acesso.

"Enviamos uma mensagem clara: voltaremos a nos apropriar da ilha. O ataque contra Utoya e o partido foi um ataque contra nós. Mas Utoya será sempre nossa ilha", disse Eskil Andersen, um dos sobreviventes do massacre, cujo autor confesso é o norueguês Anders Behring Breivik.

Os detalhes do projeto de recuperação da ilha não foram ainda concretizados, disse Andersen. "Há um tempo para tudo. Continuamos em luto profundo. Muitos de nossos amigos se foram", disse durante coletiva de imprensa realizada numa praça de Oslo e transmitida pela emissora de televisão "NRK".

Um executivo norueguês, Petter Stordalen, se comprometeu a doar 5 milhões de coroas (600 mil euros) para a recuperação de Utoya.

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Juventude socialista....
Está ai, a gente não sabia, mas, na Noruega está acontecendo lavagem cerebral dos jovens para dpomestica-los e conduzi-los da forma que os "intelectuais" quiserem.

Não se pode jamais concordar com a violência praticada pelo terrorista, mas, tb não podemos concordar com essa doutrinação ideológica, que no caso da Noruega parece já estar a anos institucionalizada, ou seja, o estado noruguês, dominado por partidos esquerdistas, pratica de forma oficial a lavagem cerebral de seus jovens os transformando em seres dóceis e maleáveis.
Está explicado pq na Noruega existe um povo "pacífico", na verdade não são pacíficos, foram transformados em seres humanos dóceis através de lavagem cerebral.

Agora consegui vislumbrar o objetivo dos "intelectuais" socialistas... é transformar toda a humanidade no que conseguiram fazer na Noruega, mas, existem povos onde eles vão encontrar muito mais dificuldades para executarem esse objetivo.

O que espanta é que toda a mídia fala horrorizada de ideologia nazista, mas, não diz uma palavra contra a outra ideologia, criminosa também, que atua na Noruega, a socialista - é a alienação que está dominando a humanidade...

Eu acredito que o que está acontecendo na Noruega tb esteja acontecendo nas demais nações escandinavas, que um dia foram sociais-democracias, mas, ao que tudo indica hoje não são mais, hoje são nações onde o socialismo parasita se infiltrou e dominou, e após longo período de dominação transformou a população em "seres socialistas", seres humanos dóceis e frágeis e que são conduzidos como ovelhas pelos "intelectuais" socialistas - uma sociedade fantoche.




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